Reduza suas necessidades, e viva com simplicidade -
tal é o caminho da felicidade.
Apego gera aflição em seu despertar.
Ao final, quando a morte exige que tudo seja largado para trás e
que abandone todas as pessoas, você é esmagado pelo sofrimento.
Imite o lótus na água; ele pousa sobre ela, mas não dentro dela.
A água é necessária para o seu crescimento,
mas ele não consente que nem uma gota o molhe.
***
O homem busca a felicidade em lugares distantes e procura a paz em lugares calmos; mas o paraíso da paz está em seu coração. Mesmo quando anda sobre a lua, o homem leva consigo seus temores, suas ansiedades, seus preconceitos e suas aversões. Tenha fé em Deus e na retidão da vida moral. Então você pode ter paz e felicidade, qualquer que seja o preço que o destino lhe apresente.
(Sathya Sai Baba)
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
domingo, 14 de dezembro de 2008
Como se faz para durar um amor
Uma mãe e a sua filha estavam a caminhar pela praia. Num certo ponto, a menina disse:
“Como se faz para manter um amor?”
A mãe olhou para a filha e respondeu:
“Pega num pouco de areia e fecha a mão com força…”
A menina assim fez e reparou que quanto mais forte apertava a areia com a mão, com mais velocidade a areia se escapava.
“Mamãe, mas assim a areia cai!”
“Eu sei; agora abre completamente a mão…”
A menina assim fez, mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava na sua mão.
“Assim também não consigo mantê-la na minha mão!”
A mãe, sempre a sorrir, disse-lhe:
“Agora pega outra vez num pouco de areia e mantem-na na mão semi-aberta, como se fosse uma colher… bastante fechada para protegê-la e bastante aberta para lhe dar liberdade...”
A menina experimenta e vê que a areia não se escapa da mão e está protegida do vento.
“É assim que se faz durar um amor…”
“Como se faz para manter um amor?”
A mãe olhou para a filha e respondeu:
“Pega num pouco de areia e fecha a mão com força…”
A menina assim fez e reparou que quanto mais forte apertava a areia com a mão, com mais velocidade a areia se escapava.
“Mamãe, mas assim a areia cai!”
“Eu sei; agora abre completamente a mão…”
A menina assim fez, mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava na sua mão.
“Assim também não consigo mantê-la na minha mão!”
A mãe, sempre a sorrir, disse-lhe:
“Agora pega outra vez num pouco de areia e mantem-na na mão semi-aberta, como se fosse uma colher… bastante fechada para protegê-la e bastante aberta para lhe dar liberdade...”
A menina experimenta e vê que a areia não se escapa da mão e está protegida do vento.
“É assim que se faz durar um amor…”
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