Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça.
Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo.
Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo.
Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário:
- Bem, seu cavalo está com uma virose, precisa tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.
Neste momento, o porco escutava toda a conversa.
No dia seguinte deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:
- Força amigo! Levanta daí, senão você será sacrificado!
No segundo dia, deram o medicamento e foram embora.
O porco se aproximou do cavalo e disse:
- Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer!
- Vamos lá, eu te ajudo a levantar… Upa!
No terceiro dia, deram o medicamento e o veterinário disse:
- Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.
Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:
- Cara, é agora ou nunca, levanta logo! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar! ótimo, vamos! Um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa, vai… Fantástico!
Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa!!! Você venceu Campeão!
Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:
- Milagre! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa…
'Vamos matar o porco!'
Isso acontece com freqüência no ambiente de trabalho.
Nem sempre alguém percebe quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso.
Saber viver sem ser reconhecido é uma arte, afinal quantas vezes fazemos o papel do porco amigo ou quantos já nos levantaram e nem o sabor da gratidão puderam dispor?
Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se:
Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic.
Procure ser uma pessoa de valor, em vez de ser uma pessoa de sucesso!
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Sem Medo de Perder
Chega o final de ano, e a gente se projeta pro futuro de uma forma um pouco vacilante: por um lado, nosso espírito está voltado para a renovação, para investir em planos inéditos, combater nossas carências. É como se pudéssemos, de um dia para o outro, zerar o que foi vivido e nascer de novo.
Por outro lado, temos dificuldade em dar essa zerada, porque isso significaria abrir mão de algumas coisas, libertar-se do que não está dando certo, e o desapego não é uma prática corriqueira entre nós. O ideal seria que o novo ano nos recebesse de portas escancaradas para que passássemos com toda nossa bagagem, porém a porta não é tão escancarada assim. Não dá pra trazer tudo com você. Principalmente se você está tão repleto de desejos novos. Para que possamos receber o novo, é preciso deixar pra trás desejos antigos, sonhos frustrados. É preciso estar disposto a perder.
Foi lendo uma crônica do psicanalista Contardo Calligaris, de dezembro de 2005, que me deu o estalo: como é que eu vou abrir espaço para novos acontecimentos e emoções na minha vida se não consigo me despedir do que acumulei no passado?
Adeus ano velho. Foi ótimo, foi péssimo, foi fácil, foi difícil, me dei bem, me machuquei, teve de tudo. As emoções boas naturalmente irão se acomodar na minha mochila e vir comigo, e o que foi ruim pode ser transformado em aprendizado e vir também, mas alguma coisa terá que ficar pelo caminho. É como doar as roupas que já não usamos para poder liberar as gavetas.
Vale pra todos os setores da vida. Algumas pessoas desejam uma nova perspectiva profissional, mas em vez de dar um basta para o trabalho que já não serve, relutam em dispensá-lo e os prognósticos de novidade não se cumprem. Há os que querem parar de fumar, parar de engordar, parar de beber, mas pra isso terão que abrir mão de algo difícil de abandonar: o imenso prazer que certos maus hábitos proporcionam.
E tem as relações afetivas e amorosas que já não correspondem ao esperado. Você não vê mais graça em brigar, não quer se acostumar com a dor, com as agressões que o coração sofre, mas como deixar o ringue depois de tudo o que foi investido, de tanto sentimento que não foi inventado, mas que existiu de fato? Pra responder a essa questão e deixar como mensagem de fim de ano, volto a Contardo Calligaris, que encerrou aquela sua crônica de 2005 com uma frase que serve para os finais de todos os dezembros da nossa vida:
“Meus votos para todos: um Ano-Novo sem medo de perder”.
(Martha Medeiros)
Fonte: Jornal Zero Hora
Por outro lado, temos dificuldade em dar essa zerada, porque isso significaria abrir mão de algumas coisas, libertar-se do que não está dando certo, e o desapego não é uma prática corriqueira entre nós. O ideal seria que o novo ano nos recebesse de portas escancaradas para que passássemos com toda nossa bagagem, porém a porta não é tão escancarada assim. Não dá pra trazer tudo com você. Principalmente se você está tão repleto de desejos novos. Para que possamos receber o novo, é preciso deixar pra trás desejos antigos, sonhos frustrados. É preciso estar disposto a perder.
Foi lendo uma crônica do psicanalista Contardo Calligaris, de dezembro de 2005, que me deu o estalo: como é que eu vou abrir espaço para novos acontecimentos e emoções na minha vida se não consigo me despedir do que acumulei no passado?
Adeus ano velho. Foi ótimo, foi péssimo, foi fácil, foi difícil, me dei bem, me machuquei, teve de tudo. As emoções boas naturalmente irão se acomodar na minha mochila e vir comigo, e o que foi ruim pode ser transformado em aprendizado e vir também, mas alguma coisa terá que ficar pelo caminho. É como doar as roupas que já não usamos para poder liberar as gavetas.
Vale pra todos os setores da vida. Algumas pessoas desejam uma nova perspectiva profissional, mas em vez de dar um basta para o trabalho que já não serve, relutam em dispensá-lo e os prognósticos de novidade não se cumprem. Há os que querem parar de fumar, parar de engordar, parar de beber, mas pra isso terão que abrir mão de algo difícil de abandonar: o imenso prazer que certos maus hábitos proporcionam.
E tem as relações afetivas e amorosas que já não correspondem ao esperado. Você não vê mais graça em brigar, não quer se acostumar com a dor, com as agressões que o coração sofre, mas como deixar o ringue depois de tudo o que foi investido, de tanto sentimento que não foi inventado, mas que existiu de fato? Pra responder a essa questão e deixar como mensagem de fim de ano, volto a Contardo Calligaris, que encerrou aquela sua crônica de 2005 com uma frase que serve para os finais de todos os dezembros da nossa vida:
“Meus votos para todos: um Ano-Novo sem medo de perder”.
(Martha Medeiros)
Fonte: Jornal Zero Hora
sábado, 3 de janeiro de 2009
Feliz 2009
Que comece 2009!
O que devemos esperar para esse ano? Sempre fazemos perguntas como essa ao final de cada ano que termina. Muita gente apenas cruza os braços e aguarda que seus planos aconteçam. Alguns se cumprem, outros não.
O que esperar para o ano que está por começar? Quais são seus objetivos para que 2009 seja melhor que 2008?
“O futuro é incerto”, dizem.
Mas não é totalmente incerto para aqueles que fazem alguma coisa. Pensar, planejar e decidir é intervir no futuro. O futuro sempre será melhor (ou terá menos surpresas desagradáveis) para aqueles que tomam decisões sábias. Para algumas pessoas, o futuro é totalmente incerto e imprevisível, quando não, traiçoeiro. Afinal de contas, elas não fazem nada para mudar o seu próprio futuro. Mesmo que o mundo todo melhore, nada melhorará para essas pessoas.
O que esperar de 2009? Meu conselho para você: não espere nada de 2009! Ele não poderá fazer nada por você se você não decidir fazer alguma coisa. A pergunta deveria ser outra: O que 2009 pode esperar de mim?
A terra pode nos dar muitos frutos, mas precisamos fazer uma coisa: plantar as sementes que queremos colher. O ano de 2009, como qualquer outro ano, pode nos trazer muitos frutos, mas precisamos fazer a nossa parte.
Este ano de 2008 foi o ano mais louco de todos, com certeza. Obtivemos muitas vitórias e derrotas, ganhamos e perdemos, todos nós. Conhecemos muita gente nova. Erramos e também aprendemos muitas coisas.
Qualquer que seja o ano, sempre haverão problemas e oportunidades. As dificuldades vêm para todos nós, mas ela permanece na vida daqueles que não fazem absolutamente nada. Já as oportunidades, em alguns casos, não vêm. Elas precisam ser descobertas. Quem você acha que irá descobri-las?
Feliz 2009!
O que devemos esperar para esse ano? Sempre fazemos perguntas como essa ao final de cada ano que termina. Muita gente apenas cruza os braços e aguarda que seus planos aconteçam. Alguns se cumprem, outros não.
O que esperar para o ano que está por começar? Quais são seus objetivos para que 2009 seja melhor que 2008?
“O futuro é incerto”, dizem.
Mas não é totalmente incerto para aqueles que fazem alguma coisa. Pensar, planejar e decidir é intervir no futuro. O futuro sempre será melhor (ou terá menos surpresas desagradáveis) para aqueles que tomam decisões sábias. Para algumas pessoas, o futuro é totalmente incerto e imprevisível, quando não, traiçoeiro. Afinal de contas, elas não fazem nada para mudar o seu próprio futuro. Mesmo que o mundo todo melhore, nada melhorará para essas pessoas.
O que esperar de 2009? Meu conselho para você: não espere nada de 2009! Ele não poderá fazer nada por você se você não decidir fazer alguma coisa. A pergunta deveria ser outra: O que 2009 pode esperar de mim?
A terra pode nos dar muitos frutos, mas precisamos fazer uma coisa: plantar as sementes que queremos colher. O ano de 2009, como qualquer outro ano, pode nos trazer muitos frutos, mas precisamos fazer a nossa parte.
Este ano de 2008 foi o ano mais louco de todos, com certeza. Obtivemos muitas vitórias e derrotas, ganhamos e perdemos, todos nós. Conhecemos muita gente nova. Erramos e também aprendemos muitas coisas.
Qualquer que seja o ano, sempre haverão problemas e oportunidades. As dificuldades vêm para todos nós, mas ela permanece na vida daqueles que não fazem absolutamente nada. Já as oportunidades, em alguns casos, não vêm. Elas precisam ser descobertas. Quem você acha que irá descobri-las?
Feliz 2009!
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