Precisamos das outras pessoas não apenas para permanecermos vivos, mas para nos sentirmos totalmente humanos: carinhosos, engraçados, brincalhões e generosos. Quão genuína será a minha capacidade de amar se eu não tiver com quem compartilhar uma risada, uma delicadeza ou mesmo meus sonhos?
Posso amar uma idéia ou uma visão, mas não posso tocá-la. Se minhas imperfeições não puderem ser perdoadas, se eu não tiver a quem dizer o indizível, então não sou humano. Sou uma coisa, um objeto em movimento, mas sem harmonia.
(Hugh Prather)
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"O mais feroz dos animais domésticos é o relógio de parede. Conheço um que já devorou três gerações de minha família."
quarta-feira, 2 de abril de 2008
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